Marcelo Kazequer

Marcelo Kazequer

Decidi Excluir o Instagram e aqui estão meus motivos:

Em 9 de abril de 2020, eu resolvi criar minha conta no Instagram. Em 18 de agosto de 2021 eu resolvi excluir o instagram. Teria eu alguma coisa valiosa pra compartilhar sobre essa curta experiência? Acredito que sim e é justamente sobre isso que falamos hoje.

Dividi esse texto em 4 partes, se quiser você pode pular logo para o final (parte 4) que é onde eu falo os motivos pelos quais exclui o Instagram. No entanto, se você quiser entender melhor minha história, leia desde o começo, pois me tomou muito mais tempo explicar o contexto do que os motivos em si.

Sem mais delongas, vamos começar:

Parte 1: Minha breve história com as redes sociais:

Eu nasci em 1992. As primeiras redes sociais com as quais tive contato foram o Orkut e MSN (descansem em paz). Quando o Orkut começou a perder espaço pro Facebook, eu fui um dos últimos a pular do barco. Eu nem queria migrar pra esse tal de Facebook, mas todos meus amigos estavam lá, surfando na nova onda do momento.

Em 2012 eu entrei pra Faculdade e me vi praticamente obrigado a ter o Facebook. Explico: naquela época muitos arquivos de estudo e aviso dos professores rolavam dentro desses grupos. Todo início de semestre acontecia um ritual: Novos grupos eram criados e os antigos deletados. Isso por si só já me causava uma certa sobrecarga e lembro de ter comentado com minha namorada na época que o dia que eu saísse da faculdade, a primeira coisa que eu faria era deletar minha conta do Facebook.

Então eu me formei…

E obviamente não deletei minha conta do Facebook. Isso porque, agora precisava usá-la para rodar alguns anúncios pagos, seja para projetos que eu desenvolvia por conta própria ou para terceiros. De qualquer modo, minha percepção das mídias teve grande influência por conta do meu curso de Publicidade e Propaganda onde eu aprendi entre 2012-2016 a questão das bolhas nas mídias sociais, algoritmos que tentam nos manter conectados à tela o dia inteiro e até mesmo como usar técnicas de copywriting para persuadir as pessoas e vender qualquer coisa pra elas. Ao mesmo tempo que eu estava fascinado com certos conhecimentos, eu sentia um pouco de nojo e desânimo lá no fundo.

É para isso que estou estudando? Para vender ilusões às pessoas ou deixá-las igual zumbis enquanto ficam rolando infinitamente no feed delas?

Enfim, esses questionamentos e outros conhecimentos me levaram a sempre manter uma “distância segura” com relação ao meu uso dessas mídias sociais e por conta disso eu resolvi me manter afastado desse Instagram até abril de 2020.

Parte 2: Partiu Instagram.

Na virada de 2019 para 2020, eu decidi que uma das metas para o novo ano que se iniciava era eu destravar com algumas coisas. O uso das mídias sociais era um delas. Apesar do meu interesse por fotografia e até mesmo ser o “fotógrafo oficial” seja com amigos ou familiares, eu não compartilhava fotos nem no meu status de WhatsApp. Fazendo uma análise investigativa, eu deduzi que devia ter alguma trava ou crença limitante com relação às mídias. Resolvi ressignificá-las e então me jogar de cabeça nelas.

Parte desse plano de ação incluía criar uma conta no Instagram e compartilhar algumas coisas por lá.

Animado eu não estava muito com a criação dessa conta, mas como fazia parte de um desafio pessoal, eu resolvi ver isso de um modo positivo e resolvi aceitar o desafio.

No começo eu até me organizei com um calendário de posts para postar regularmente e coisas assim, mais do que fotos bonitas, eu queria utilizar a parte do texto para sempre trazer alguma inspiração, reflexão ou até mesmo ação para a vida das pessoas.

Eu tinha um plano e decidi colocá-lo em prática.

Parte 3: O que eu percebi antes de excluir o Instagram?

OK, após entrar no Instagram eu comecei a perceber algumas coisas que preciso comentar por aqui. Com certeza elas influenciaram a minha escolha em sair do Instagram e quem sabe você já percebeu isso também:

A bizarra corrida pela atenção dos outros

Lembro que logo que entrei no Instagram, fui na barra de pesquisa para encontrar alguns amigos e apareceu um monte de foto de mulheres quase sem roupa ou coisa do tipo.

Que porcaria é essa? Isso é a entrada do puteiro? Eu mal criei minha conta, o algoritmo nem sabe o que de fato eu tenho interesse e já sai me jogando esse tipo de coisa? Onde fica o meu direito de selecionar o que é relevante pra mim antes que eu seja bombardeado por um monte de coisas que eu realmente não quero ver?

A melhor solução que eu encontrei na época foi clicar em várias miniaturas das fotos e segurando com o dedo na hora do clique, marcar alguma opção “não interessado” ou “conteúdo ofensivo” não lembro ao certo, mas o algoritmo melhorou um pouco com relação a isso depois.

O que vimos até então é apenas a ponta do Icebarg, mas e a questão dessas mulheres e adolescentes que crescem em um ambiente no qual elas sentem que só são aprovadas (com likes) se estão a fazer apelos sexuais em suas fotos? E uma geração de homens que fica vendo isso e achando que mulher é tudo vagabunda? A bizarra corrida pela atenção dos outros trás uma série de problemas que a maioria nem percebe.

Vidas perfeitas

No Instagram, todos (ou quase todos) tem uma vida perfeita. Observei algumas pessoas que eu conhecia, que eu sabia que estavam com sua vida uma merda, mas no Instagram eram todas felizes. Casais que vivem em pé de guerra mas trocam as mais lindas declarações de amor por lá. Analisando os outros, percebi que criamos um ambiente de ilusão para nós mesmos.

É natural que no Instagram as pessoas queiram compartilhar seus melhores momentos, mas quando você está entediado em um sábado à tarde sem nada pra fazer e abre o Instagram e observa que todos os seus amigos estão fazendo algo incrível naquele dia, sua tendência é ficar pra baixo e sentir que a vida dos outros é mais legal que a sua.

A minha vida perfeita no Instagram

Ao invés de ficar analisando apenas os outros, resolvi analisar a mim mesmo. Olhando meu feed, vi que no longo prazo criei um feed com várias fotos bonitinhas e eu era apenas mais um idiota propagando essa ideia de vida perfeita. Resolvi compartilhar alguns perrengues então ou focar mais na divulgação de outras coisas, tal como leituras de livros.

Além de perceber que essas coisas não dão muito ibope, também comecei a me questionar se de fato valia a pena entrar nessa corrida maluca pela atenção das outras pessoas, ainda mais dentro do Instagram que é um ambiente bem tumultuado, barulhento e desorganizado. Decidi que definitivamente a resposta era não.

O desafio dos 30 dias sem Instagram

Após completar 1 ano de Instagram, eu já estava de saco cheio de muita coisa por lá, e senti que seria um bom momento para ficar 30 dias sem esse negócio. Eu inclusive escrevi sobre essa experiência em um artigo anterior aqui no blog. 

No final dessa experiência de 30 dias, eu estava seriamente pensando em excluir o Instagram e Facebook, mas resolvi dar mais uma chance pra eles. Sabe como é: às vezes a gente precisa olhar a situação por outros lados e não tomar decisões precipitadas.

Fazendo uma análise mais funda, eu percebi que o Facebook ainda me trazia algum valor real na questão dos grupos que dessa vez não eram mais da faculdade, mas sim de gostos pessoais (minimalismo, ciclismo, veganismo e outros ismos por aí). Já o Instagram, sinceramente não me agregava em nada.

Aqui vale uma observação: O Facebook não uso no celular. Tenho apenas no computador, e mesmo assim uso uma extensão no Google Chrome que bloqueia o feed das notícias da vida alheia em meu Face. Basicamente entro lá, vejo se tem alguma mensagem pendente e interajo nos grupos, que é onde realmente percebo algum valor ali.

Parte 4: Os motivos pelos quais eu decidi excluir o Instagram:

De modo resumido, resolvi excluir o Instagram porque percebi que era um ambiente tóxico, tumultuado e nada organizado. Eu sou o tipo de pessoa que preza pela minha saúde mental então foi simples excluir o Instagram, pois ele nada me acrescentava nesse aspecto.

Por ser adepto do minimalismo, eu sabia que excluir o Instagram abriria mais espaço em minha vida para focar em outras coisas mais importantes no momento. Também foi um ótimo exercício de desapego. O ego pira, mas a minha essência evolui. Não nasci com esse negócio e não pretendo levá-lo pro além.

Eu simplesmente não queria ser mais um idiota lá dentro exibindo uma vida perfeita ou dizendo o que você tem que fazer da sua vida, seja com hábitos saudáveis ou livros que você tem que ler. Poderia mostrar os perrengues da minha vida, mas também não quero me colocar no papel de vítima em um ambiente no qual você também já está provavelmente de saco cheio.

A maioria das pessoas abre o Instagram em busca de um entretenimento barato, para matar 10 segundos de tédio. Qualquer coisa resolve nessas horas. Um conteúdo mais longo ou profundo não tem muitas chances de sucesso em uma rede social baseada em coisas superficiais.

Ao invés disso, prefiro produzir conteúdo que seja pesquisável e a pessoa encontre aquilo quando ela realmente está interessada no assunto em questão. Exemplo: a pessoa vai no Google e digita “21 dias sem reclamar” aí ela encontra um texto que eu já escrevi sobre isso aqui no Blog. Outro exemplo é se a pessoa pesquisar por “Subir o Pico Paraná” e encontra um vídeo amador que eu fiz no YouTube sobre esse assunto.

Se você está pensando em dar um tempo ou até mesmo deletar seu instagram, quem sabe pode se interessar por esse experimento que já fiz também: 30 Dias sem WhatsApp e Smartphone:

Com relação aos amigos, eu falo mais detalhadamente na sequência.

Ah, mas e os amigos?

Essa é uma das poucas coisas que presta nas mídias sociais. Na realidade, elas foram criadas justamente com essa essência e acredito que isso seja a fórmula do sucesso para elas: A possibilidade de mantermos uma conexão com amigos e familiares distantes é excelente, mas aí eu te pergunto: o quão próximo você está dos seus amigos e familiares?

A gente vê uma atualização de um amigo que vai ser pai e damos um like. Uma amiga posta uma foto do primeiro quadro que pintou, pois está deixando de ser advogada para trabalhar com arte e damos like também. Essas interações são muito superficiais e nos dão a falsa sensação que sabemos tudo sobre nossos amigos quando na realidade não sabemos bosta nenhuma, nem sobre nós mesmos.

A mensagem final…

A mensagem final que eu gostaria de deixar com esse post, é: reflita se vale a pena você manter seu Instagram. Dê uma olhada em seu feed e veja se aquilo realmente retrata sua vida ou quem você é. Não seja apenas mais um idiota querendo exibir uma vida perfeita e por último e não menos importante valorize seus amigos e familiares, mande mensagem pra eles e saia do nível superficial do Instagram.

Se você quiser me seguir, venha pro YouTube.

Estou com umas ideias legais pra compartilhar por lá. Estou começando com Ciclismo pois quero inspirar mais pessoas a sair do sofá e andar de bike por aí. Tomar um ar fresco e fazer novos amigos. Os vídeos estão só começando e quem sabe eu comece a divulgar outros assuntos também 🙂

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Marcelo Kazequer

Apenas um Publicitário querendo lhe vender boas ideias para o seu crescimento pessoal 🙂

19 comentários em “Decidi Excluir o Instagram e aqui estão meus motivos:”

  1. Muito bom Marcelo,
    Achei legal explorar os 2 lados desse jogo (Produtos e usuário):
    Como produtor de conteúdo é complicado a criação de algo que tem uma vida tão curta como o material para o insta, penso que não é a atoa o conteúdo ser raso, tudo é direcionado para esse modelo. Com certeza os melhores conteúdos a nível de transformação não vão estar lá, mas não descarto usar essa rede como porta de entrada para algo maior.

    Agora como um usuário concordo com você, ali está uma ferramenta bem perigosa para o uso diário, principalmente se não colocarmos nosso vigia de guarda a nossa disposição, esse vigia que falo é nossa atenção, nossa consciência, ter atenção aquilo que importa e termos em mente o real intuito de estarmos lá, naquela rede. Os caminhos para se desvirtuar são muitos… Cabe saber usar a ferramenta com a ideia original e se perguntar se esta agregando realmente na sua vida, igual você fez! =)

    Do meu lado eu tenho usado um app do Android, Bem estar digital, ele consegue limitar o uso conforme eu defino. Se no dia eu passo esse tempo, por exemplo 20 minutos… é um alerta para aquele vigia e me perguntar se realmente estou consumindo o que me propus, o que me favorece.

    Grande artigo! Continue firme com o blog! 😉

    1. Marcelo Kazequer

      Sim, o Insta pode perfeitamente ser utilizado como porta de entrada para algo maior. Só que no meu caso eu resolvi chutar o balde mesmo 😛

      Essas ferramentas de bem estar digital são ótimas, atualmente utilizo um widget em minha tela inicial que mostra o tempo total que minha tela ficou ligada durante o dia. Estou no propósito de reduzir esse tempo também.

      Obrigado pelas palavras e volte sempre.

    1. Marcelo Kazequer

      Obrigado Graciela! No momento estou iniciando um desafio 30 dias sem whatsapp e smartphone… se inscreva na lista aqui do blog se tiver interesse para ser atualizada quando eu escrever a respeito =)

  2. Olá Marcelo!
    Boa reflexão, eu ando num vai e vem com o Instagram. Facebook tenho mas não entro mais faz tempo. Eu concordo muito com vc, e sinto profunda tristeza que poucas pessoas percebam isso. Já fui até o chato que fala mal das redes sociais pra amigos, mas que tb não larga de vez.
    Eu não sei se deletaria a conta, porém apaguei o app. Creio que se conseguir apenas não frequentar lá, mas deixar ativo para coisas práticas e pontuais, vai dar na mesma que excluir. E outro ponto que eu reflito muito é que nosso tempo é algo muito valioso, o maior bem nosso na real, e essas empresas de redes sociais e marketing digital estão nos viciando e “roubando” nosso maior bem para lucrarem e tb nos manipular, enquanto em troca apenas ficamos com o ónus da piora de nossa saúde mental.
    Abraços parceiro!

    1. Marcelo Kazequer

      Sim, de fato nosso tempo é o recurso mais valioso que temos por aqui. O que fazemos com ele determina os resultados que teremos em nossas vidas. Eu sei bem como é fazer o papel do chato, mas cabe a nós alertar e aí vai de cada um se quer pesquisar mais ou continuar no caminho que está. Afinal de contas, todos tem direito de escolha, né? OBS: Acabo de finalizar um desafio 30 dias sem zap e smartphone, logo mais trago esse conteúdo para o blog!

  3. Olááá! Que bom ler este blog. Criei meu Instagram em junho de 2022, mas logo desativei por uma semana. Retornei para olhar o que estava ocorrendo de diferente, passando a perceber que perdia tempo na rede social que não me traz benefícios. Nunca gostei do Facebook. A única que realmente me prendeu por dois anos foi o Twitter, que bani totalmente do meu círculo vicioso. Hoje, dia 28/10/2022 minha paciência explodiu kkkkkkk. Sim! Excluí a plataforma tão famosa para voltar aos meus livros, parar de postar bobagens em story, receber curtidas de quem nunca vi. Quanto aos amigos, eles estão nos contatos via WhatsApp. Quando quiserem é só chamar. Seu texto é inspirador.

    1. Marcelo Kazequer

      Olá Aryanne, gostei muito do seu relato.. principalmente sobre postar bobagens em story e receber curtidas de quem nunca viu… parece que é fácil a gente ficar meio burro com essas coisas às vezes hahaha

  4. Maiara da Silva

    olá, estou nesse processo hehe faz 4 dias em que desativei e deletei minhas redes socias, pois só excluir para mim não mudava nada, então decidir desativar e deletar por 30 dias, confesso que está sendo uma montanha russa de sentimentos, pois eu era extremamente viciada no instagram, twitter, facebook, tik tok, ficava olhando a vida alheia e me culpando por não ser como eles (como aparentava nas redes socias) e já estar a 4 dias longe de tudo isso vem me fazendo muito bem, minhas crises de panico e de ansiedade estão melhorando muito e estou sabendo controlar (coisa que não conseguia) , confesso que não sinto a minina vontade de baixar novamente.
    entre todos os apps o instagram era o que mais me causava danos.
    para finalizar meu comentario…..
    esse detox de vida superficial de redes socias está me fazendo bem e olhando a vida real de outra maneira. é isso.

  5. Providencial seu texto nesse momento da minha vida,acabei de chegar de férias,sem celular e sem postagens,sem perder tempo tentando fazer a melhor foto para o insta, realmente tenho usado esse tempo perdido antes no celular pra ler,brincar com meu filho,assistir um filme,eu ficava horas do dia vendo essa vida perfeita dos outros,e as vezes tentando ser perfeita para os outros,não quero mais,hj minha rede social é zero,só whatsapp profissional .Minhas horas em casa são com minha família,não no Cel ,na rede social,meus fds são da minha família,dos meus afazeres prazerosos,dos nossos momentos que só nós precisamos saber.Adeus esse mundo fictício do Instagram .Quero viver

    1. Marcelo Kazequer

      Fico feliz em saber que o texto foi útil para você Renata. De fato perdemos muito tempo com bobeira às vezes e nada como ter esse despertar e utilizar nosso tempo de modo intencional. Tudo de bom pra você nessa nova jornada.

  6. Claudia Frazão

    Olá!
    Excluí minha conta do Facebook semana passada, pois não acessava desde outubro de 2021.
    Não tenho Twitter, nem tik Tok, mas agora travo uma “batalha” com o Instagram rs.
    Sofro de ansiedade e já detectei que me causa muitos gatilhos! A aparente “vida perfeita” das pessoas me atinge em cheio! Pensando em suspender minha conta por enquanto para depois deletá-la. Tento caminhar para o minimalismo, e isso inclui o minimalismo digital!
    Seu texto me ajudou muito!
    Abraços

    1. Marcelo Kazequer

      Olá Claudia, feliz em receber seu comentário. Comece ficando uns 7 dias off e veja como que você se sente no final desse período. Quem sabe te ajuda em sua tomada de decisão. Até mais

  7. Boa, tô a um passo de desativar o meu pelas razões que você listou( assim como fiz com Facebook a anos atrás). Vou só desativar, e se me arrepender, volto. No entanto, com o facebook também desativei, mas nunca mais voltei. Acho que terei mais paz interior saindo fora desse meio tóxico e superficial. Parabéns pelo blog.

      1. Obrigada pela partilha…eu desativei o face e achei que não ia aguentar, hoje nem sinto falta. Referente ao Instagram, penso igual vc, e me peguei perdendo horas e horas que poderia estar usando de forma mais útil, como estudar e aprender algo novo… E sim, muitas vezes pra não sair por baixo, fazia aquela postagem superficial mas no interior era só um vazio…
        Meu receio é ficar pra trás, sem saber o que anda acontecendo no mundo mas vou fazer o Detox por 30 dias, só quero poder estar com amigos e família,ir a um show e tal sem ficar querendo likes, aprender a estar no agora vivendo, não somente existindo… abraços

        1. Ola Iara, eu que agradeço pela partilha do seu comentário. Sobre seu receio de ficar pra trás, não sei se já pesquisou sobre “FOMO” Fear Of Missing Out… é basicamente esse medo que descreve quem sabe te ajuda a entender melhor esse nosso medo “natural” de ficar pra trás. Abraço

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