Para quem já acompanha minhas publicações há algum tempo, já deve ter se acostumado com esses tópicos referentes a minimalismo digital e bem-estar mental:
Anteriormente, já falei sobre como foi ficar 30 dias off sem Instagram e Facebook e posteriormente, ainda expliquei os meus motivos para excluir o Instagram.
Em um dos meus últimos experimentos, resolvi ficar 30 dias sem Smartphone e WhatsApp:
Agora, apresento orgulhosamente meu mais novo experimento: excluir minha conta do Facebook!
Resolvi fazer isso porque eu há tempos já namorava com essa ideia mas ainda tinha algumas amarras mentais que me impediam de colocar meu plano em prática de excluir minha conta do Facebook…
Na sequência irei explicar tudo isso detalhadamente, mas por momento quero que você entenda como foi minha experiência com o Facebook desde o início e faça uma pequena viagem no tempo comigo:
Um breve histórico sobre minha experiência com o Facebook
O ano era 2005, eu tinha 13 anos e nesse início da minha adolescência eu tive a oportunidade de pegar a época em que a internet era discada, o chat era no MSN e eu ainda tinha que mentir minha idade (+18) para ter uma conta no Orkut!
Pra quem não viveu isso, imagine que o Orkut era tipo um antecessor do Facebook. Nele você podia adicionar amigos, enviar scraps (recados) e ainda compartilhar fotos.
Enfim, vamos adiantar um pouco essa fita..
Lá por 2009/2010 ocorria um movimento migratório, tal como as pombas do polo norte que migram para o polo sul, a maior parte dos meus amigos agora estava “pulando fora” do barco chamado Orkut (que iria afundar) e o novo destino era esse tal de Facebook.
Aquilo parecia mais sério. Coisa para gente mais velha.
Eu não curtia a ideia de mudar para esse tal de Facebook.
Sendo assim, preferi ficar firme e forte no Orkut, tal como um capitão que precisa afundar junto com seu navio, eu era (orgulhosamente) a resistência naquela época.
Porém, apenas até 2012.
Em 2012, a história muda:
Em 2012, passei tranquilo pelo fim do mundo (quem aí lembra sobre as previsões e memes que o mundo iria acabar em 2012?).
Já que o mundo não acabou, o jeito foi entrar pra Faculdade e estudar “pra ser alguém na vida”.
Parte do estudar envolvia estar em contato com os professores no mundo digital, e parte disso envolvia obrigatoriamente estar em grupos do Facebook junto com eles.
Explico: vários professores pediam para que criássemos um grupo da nossa turma no Facebook e compartilhássemos com eles, pois assim poderiam compartilhar arquivos em PDF, materiais de apoio, e enviar avisos importantes por lá.
OBS: Naquela época o WhatsApp estava engatinhando ainda. Por isso não existia possibilidade de fazer grupos por lá ou coisas assim.
Enfim, essa necessidade de estar em contato com os professores no meio digital, acabou de certa forma me obrigando a embarcar nesse novo mundo do Facebook, mas eu me lembro de que ainda naquela época, eu comentei algo do tipo com minha namorada:
Assim que eu sair da Faculdade, eu vou deletar essa bosta.
Porém, eu sai da Faculdade e não deletei o Facebook, pois agora eu tinha outra necessidade…
Em 2016 tinha tudo pra deletar, mas…
Mas agora eu era um Publicitário recém-formado!
Em 2016 o Marketing Digital e Mídias Sociais estavam apenas engatinhando no Brasil, eu percebia muitas oportunidades de crescimento profissional nessas áreas, parece que agora eu não deveria deletar o Facebook porque minha carreira provavelmente dependia disso!
De fato, eu aprendi muito naquela época seja usando ferramentas de tráfego pago no Facebook. Pude analisar anúncios que apareciam na minha timeline, desde a qualidade do texto, se era persuasivo ou não e até mesmo quais as tendências no design ou scripts de vídeo que utilizam na época para tentar nos vender qualquer coisa!
Existiam oportunidades também para administrar Fan Pages, fazer Spam (quem nunca?!) e tentar divulgar meus projetos pessoais ou coisa do tipo.
A pergunta era: Com todas essas novas oportunidades se apresentando, seria muita idiotice da minha parte sair do Facebook nesse momento?
Acredito que minha resposta foi sim. E isso me fez ficar por lá durante mais alguns anos.
É importante destacar que…
Na maior parte desses 11 anos, acredito que meu uso com relação ao Facebook foi saudável. Eu nunca fui muito fã dele mesmo. Lá por 2014 foi a primeira vez que ouvi sobre o termo “bolhas sociais” ou algo do tipo, que mostrava como as mídias sociais reduziam de certo modo nossa capacidade de questionamento, pensamento, e tendiam a nos apresentar apenas ideias que fossem iguais as nossas. Talvez essa seja a causa de vivermos em uma sociedade tão polarizada nos dias de hoje. Também lembro de alguma professora falando sobre como as plataformas eram projetadas para nos manter cada vez mais viciados nelas. Falando isso nos dias de hoje parece algo tão óbvio, mas lembrem que o ano aqui era 2014 mais ou menos.
Graças a esse entendimento, eu sempre procurei me manter afastado de certo modo dessas mídias. Facebook praticamente nunca tive no celular. No computador usava com aquela extensão para “matar o feed de notícias” e desse modo não mostrar nada da vida alheia.
2021 – Pandemia e 30 dias sem Facebook
Em 2021, ainda no meio da pandemia eu resolvi dar um tempo do Facebook por 30 dias.
Fiz esse desafio em conjunto com o Instagram, que eu havia criado em 2020 mas já estava de saco cheio.
Aquela era uma época que devido a pandemia, muita gente estava em casa, com tempo livre e adivinhe só? As mídias sociais estavam um ambiente mais movimentado do que nunca. Muita gente publicando conteúdo, muita ansiedade, brigas, intrigas, etc. Coisa boa também devia ter, mas de qualquer modo eu senti que precisava dar uma desconectada disso tudo.
Por esse motivo, achei que seria uma boa lançar um desafio de 30 dias off: sem Facebook nem Instagram.
No final das contas, acabei até excluindo o Instagram pois percebi que aquilo nada agregava em minha vida.
Já no Facebook, ainda encontrava alguns motivos para não deletar meu perfil por lá.
Os motivos que ainda me prendiam no Facebook:
Nos últimos anos que mantive minha conta ativa no Facebook, algo que sempre parecia gerar algum valor para mim nessa ferramenta, eram os grupos. Sejam grupos de Ciclismo, Minimalismo, Veganismo e outros “ismos” por aí. Sempre que eu estava interessado em algum tópico, parece que eu poderia entrar em algum grupo e começar a participar de discussões (no bom sentido) sobre meus assuntos de interesse.
De algum modo, parece que o Facebook ainda servia também como um lugar seguro para eu “me manter conectado” com amigos de infância, professores, ex-colegas de trabalho, etc. Se você quiser, a qualquer momento você pode enviar uma mensagem para essas pessoas por lá, isso parece muito legal, né?
Marketplace: Precisando vender ou comprar qualquer coisa usada? De móveis para sua casa até aquela câmera velha no fundo da gaveta? Marketplace é um bom lugar para isso. Uma vantagem disso sobre a OLX é que você consegue dar uma “analisada” no perfil da pessoa que está negociando. Pular fora da negociação quando essa pessoa por algum motivo não lhe passe muita confiança ou até mesmo ter mais segurança quando você descobre que tem certos amigos em comum com ela. Sem falar que dependendo dos produtos, as pessoas hoje em dia ainda anunciam muito mais por lá do que em sites tipo OLX.
Facebook ADS: Seja para promover seu curso digital ou um negócio local, basta enfiar algum dinheiro no Facebook, definir seu público-alvo, se quer que seu anúncio apareça pra eles no celular, pc, etc. e você tem tudo pra ter um bom retorno sobre seu investimento! Pelo menos na teoria, né?! De qualquer modo, para quem trabalha com marketing digital essa é uma ferramenta que talvez seja impossível de se imaginar sem. Não vou entrar na parte técnica da coisa ou comparação com outras, mas isso era algo que definitivamente me mantinha amarrado por ali.
Recapitulando de forma resumida o que ainda me prendia no Facebook:
- Grupos.
- Amigos.
- Marketplace
- Facebook ADS
Se eu tinha tantas amarras, como consegui me livrar delas?
A resposta é simples: Resolvi analisar novamente cada uma delas para o momento atual e ver se elas eram verdadeiras ou falsas.
No caso dos grupos, percebi que cada vez mais eles se tornam territórios fantasmas. Pouca interação e muita poluição de gente postando coisas nada a ver com os grupos. Os moderadores que parecem não ganhar salário para isso, parece que pouco se importam (risos).
Sobre o Marketplace, podemos usar outras plataformas tal como a OLX, que em alguns casos tenham menas opções de produtos, mas ainda sim nos atendem muito bem nos dias de hoje.
Já sobre o Facebook ADS, entendo que isso é algo que ainda pode pegar no meu profissional do futuro. Se for o caso, eu posso criar uma conta novamente, e nem precisa ser com meu nome real para eu cair na armadilha do uso pessoal disso e assim mantenho meu foco apenas no uso profissional dela.
E os amigos?
Sobre os amigos, é complicado dizer. Deixei essa parte por último e coloquei ela em um tópico a parte porque se você analisar muito, talvez não delete por conta disso.
Se pensar que deletar sua conta no Facebook significa deletar amigos do seu passado, talvez se sinta mal por isso. Eu não queria excluir ninguém da minha vida. A maioria das pessoas que estavam em meu Facebook eram amigos com os quais eu tive uma boa história em algum momento da minha vida, porque diabos eu simplesmente apertaria um botão então para deixar toda essa rede de amigos para trás?
Sinceramente não sei.
Poderia eu ainda sim sair mandando uma mensagem de despedida para esses amigos, ou trocar número de telefones com quem eu ainda não tivesse na minha agenda/whatsapp mas isso daria muito trabalho, com certeza.
Se você é uma pessoa mais “seletiva” ou de menos amigos, talvez essa parte seja mais fácil pra você, mas confesso que foi minha maior amarra.
De qualquer modo, se eu não tivesse criado uma conta do Facebook no passado, esse seria um “problema” que eu jamais teria.
Entende o que eu quero dizer? O problema acaba sendo um problema, apenas porque em algum momento ele foi criado por mim mesmo:
Exemplo: Ter um Facebook, Adicionar todos meus amigos lá, e ter que viver o resto da vida com isso…
Em uma outra realidade, se eu não tivesse criado um Facebook no passado, isso não seria um problema na minha vida hoje.
2023: o estopim da minha exclusão do Facebook e um convite para sua reflexão:
Como disse anteriormente, eu acredito que na maior parte desses 11 anos eu fiz um uso saudável do Facebook. Parte desse sucesso atribuo ao fato de ter usado certas extensões no Computador que bloqueavam as chances de eu ficar naquele “scroll infinito” ou até mesmo me recusar a instalar isso no celular.
Eu ainda observava muito valor em algumas ferramentas que eu tinha lá dentro, inclusive para divulgar vídeos do meu Canal no YouTube.
Porém, mesmo assim nas últimas semanas eu observei que tinha o hábito de ligar o computador, abrir o e-mail e Facebook para verificar se tinha algumas mensagens pendentes nesses canais. Logo após verificar que não havia nada pendente por ali, eu fechava aquela aba e continuava com meu dia. Porém, percebi que esse hábito que eu estava criando no piloto automático poderia ser muito perigoso ao longo prazo. Parece que isso configura nosso cérebro para começar o expediente no modo reativo e não no modo criativo. Em dias mais calmos, às vezes eu entrava lá e desativava as opções de bloqueio do feed por 10 ou 5 minutos, apenas para ver o que estava rolando. Parte do tempo eu fazia isso de modo consciente, apenas para verificar se eu observava algo de valor naquele monte de conteúdo que se apresentava.
Resultado da minha pesquisa? Baixíssimo valor agregado.
Talvez você já tenha percebido isso também, mas a pergunta que fica é:
SE percebemos que aquilo não nos traz valor algum, porque repetimos padrões?
A resposta é simples:
Nosso cérebro adora pequenas distrações ao longo do dia, ficar em sua zona de conforto. Parece que é mais fácil ficar rolando por conteúdos aleatórios de vez em quando do que usar 10 minutos do nosso dia para refletirmos para onde nossa vida está indo, onde estamos nos sabotando, o que estamos procrastinando e mais importante de tudo: o que precisamos fazer em seguida para conquistar os objetivos que desejamos para nós!
Essa é uma pílula difícil de engolir, mas eu preferi aceitar isso e fazer algo a respeito.
Podiam ser 10 minutos 3x na semana, que no final das contas, seriam apenas 30 minutos por semana.
Parece uma quantidade aceitável, mas não pra mim nesse momento. Estou em uma fase em que prezo por uma vida mais intencional, quero aumentar minha capacidade de foco e reduzir minhas distrações com coisas triviais.
Conclusão sobre deletar minha conta no Facebook
Após minhas análises, a conclusão que cheguei é que o Facebook, assim como seu antecessor Orkut chegou em uma fase de declínio (há tempos) e esse navio está prestes a afundar. Porém, dessa vez eu não serei a resistência: Eu decidi excluir minha conta do Facebook.
Se tudo der errado em minhas previsões e por algum motivo importante eu preciso voltar, ainda poderei fazer isso.
Quem sabe nos vemos ainda no Metaverso do Tio Zuck.
Hasta Luego My Friends!
7 dias após deletar minha conta, voltei com ela.
Escrevo essa atualização com um sentimento de loser, mas vamos lá! Achei necessário essa atualização no artigo.
Atenção! Tudo que vem a seguir, é um complemento da história que você leu acima. Eu resolvi não editar o texto original para que você possa entender como foi minha experiência e pensamentos de modo 100% verdadeiro ao longo desse processo.
Bastou eu deletar a minha conta no Facebook, para algumas coisas acontecerem na minha vida e eu já precisar reativar minha conta. Pra quem não sabe, após deletar a sua conta, o Facebook ainda lhe dá um período de 30 dias em que você pode reativá-la sem maiores problemas.
Ok, dito isso vamos aos fatos:
Marketplace:
Um ou dois dias após deletar minha conta, eu precisava achar uma peça de reposição para minha GoPro. Basicamente eu trinquei a lente da minha câmera (veja nesse vídeo como fiz isso) e agora precisava achar uma peça original (seja nova ou usada) para ela. Já tinha revirado mercado livre, olx, e outras lojas virtuais. As originais estavam fora de estoque. Eu já tinha comprado uma lente paralela (não original) e o resultado das imagens não me agradou.
Nesse momento, eu pensei: quer saber? Deixa eu reativar minha conta no Facebook e olhar os anúncios no Marktplace por lá…
E foi isso que eu fiz! Reativei minha conta, dei uma olhada nos anúncios do Marketplace, e após fazer minhas pesquisas, bati no botão para deletar novamente a conta!
Pronto, eu estava “no meu caminho” novamente…
Facebook ADS/Social Media
Após ter deletado, reativado e deletado novamente meu Facebook em poucos dias, agora uma nova situação se apresentou em minha vida:
Recebi um convite (bacana em algumas partes) para trabalhar no Marketing de uma Agência de Viagens, e parte do trabalho envolvia muita redação e fazer alguns posts no Facebook e Instagram. Pronto, lá estava eu novamente entre a Cruz e a Espada.
Como estava disposto a aceitar o convite, eu fui lá e reativei minha conta (novamente) porque assim, para quem não sabe, uma das formas mais simples e profissionais de você gerenciar páginas de empresa no Facebook por exemplo, é atribuindo permissões individualmente para cada membro da equipe ter acesso às ferramentas de edições e publicação de conteúdo/anúncios na página. Esse vínculo ocorre através do seu perfil pessoal.
Basicamente, aceitar aquele convite implicava em reativar novamente minha conta. Como estava disposto a aceitar aquele convite, eu acabei reativando a conta. Porém, de última hora eu resolvi desistir daquela parceria por outros motivos que não vem ao caso.
Sendo assim, adivinhem o que eu fiz novamente?
Isso mesmo! Deletei a conta novamente e segui com meu plano até que…
Algum grupo vai me salvar?
Após revirar a internet na saga de encontrar uma lente original para minha câmera, eu consegui comprar pelo site do Kabum! Parecia que o problema estava resolvido, até que me informaram que seria feito o estorno da minha compra, pois após eu ter feito a compra pelo site, eles perceberam que não tinham mais o produto em estoque para entregar.
Pronto! Voltei à estaca zero!
Lá estava eu “desesperado” novamente tentando revirar a internet atrás da minha lente novamente. Quando nada mais parecia fazer sentido, resolvo voltar ao Facebook (reativando minha conta pela milésima vez em poucos dias) e experimento entrar em grupos de compra e venda de Câmeras da GoPro e acessórios. Por mais que o Facebook esteja cada vez mais repleto de comunidades fantasmas, eu precisava explorar esses cemitérios! Talvez algum doido esteja vendendo o que preciso em algum desses grupos.
Conclusão após voltar com a conta do Facebook
Após as idas e vindas dos últimos dias, eu resolvi desistir (pelo menos por momento) dessa ideia de deletar minha conta no Facebook. Parece que seja para fins profissionais ou pessoais, eu ainda de certo modo estou meio preso nas ferramentas que me oferece.
É o famoso “aceita que dói menos”.
Perguntinha que fica pra você:
O Facebook ainda representa uma ferramenta de real valor pra você ou é apenas mais um estímulo de distração pros seus dias?
Escreva sua resposta nos comentários 🙂
Me identifiquei com sua história, pois já tinha excluído o Facebook antes mas tinha que reativar para vender móveis usados nos grupos, anunciar Aluga-se do meu apê… os grupos do Facebook tem retorno mais rápido que nos sites, mas quando eu reativo a conta fico desperdiçando meu tempo no feed de notícias então… eu desativo a conta e volto quando precisar fazer um anúncio, pois tem seus lados bons basta sabermos usar, o Instagram eu não tenho mas se eu abrir uma conta seria para trabalho, canal no YouTube também não tenho pois sou tímida e não gosto de me aparecer ☺️ mas se for para divulgar um trabalho faria sim, para hobby prefiro outros meios.
Olá Stephanie, obrigado por compartilhar seu relato aqui. Bom saber que não somos os únicos nessa situação né? kkkk realmente o retorno de anúncios no marketplace do facebook é muito mais rápido que outros sites! Como você disse, tem seus lados bons a ferramenta, basta sabermos usar (fácil de dizer, difícil de fazer às vezes).
Massa seu relato, por acaso já assistiu o dilema das redes?
Olar. Tive problemas no insta, que te escrevi no outro post. O facebook uso muito pra marketplace, soh compro la basicamente. O messenger tbm eh bom. E os grupos ainda funcionam. Mas fora isso ele nem me afeta mais. Ninguem mais usa o facebook! Entao tipo, tenho no cel e no pc, mas nunca abro. As notificacoes nao servem pra nada mais, cemiterio, como vc diz. (notificacoes silenciadas no celular porfavor)
Sim! Concordo… Marketplace de lá supera OLX e outros concorrentes na minha opinião. Apenas os grupos acho que pelo menos dos quais participo, a maioria virou cemitério. Mas acredito que ainda existam alguns bons lá. Acho que o Facebook só não morreu ainda por ter de certo modo por ser da mesma família do zap e insta. Mas quem sabe daqui 10 anos essas coisas nem existam mais e tudo se resuma a multiversos e aqueles óculos de realidades virtuais?!