Marcelo Kazequer

Marcelo Kazequer

Dicas para quem quer começar um canal no YouTube: Um pouco sobre vergonha, medo de julgamento, falta de tempo e conhecimentos em edições…

Talvez você queira começar seu canal do YouTube do zero mas não faz ideia de como editar vídeo.

Talvez você já começou em algum momento lá atrás, mas desistiu no meio do caminho – seja por falta de tempo, vergonha ou medo de julgamento.

Eu te entendo. Já passei por todas essas fases. Sei como pode ser frustrante ou angustiante se sentir travado em alguma parte do caminho, mas vamos lá.

Meu objetivo com o texto de hoje é contar um pouco da minha história e quem sabe te inspirar a escrever a sua também nessa jornada maluca como criadores de conteúdos para o YouTube ou seja lá qual for a plataforma de edição de vídeo que está tentando escalar de algum modo.

No final do post eu ainda deixo um pequeno relato da minha história no YouTube, beleza?!

Então, sem mais delongas, vamos direto ao que interessa:

Um pouco sobre vergonha e medo de julgamento.

Você liga a câmera para gravar. Se estiver no modo selfie do celular pior ainda. Você consegue se ver e vai ficar reparando em sua imagem na tela do celular. Será que estou bonito(a)?! Mas eu sou muito narigudo mesmo… Meu cabelo não está bom. Preciso arrumar algo. Nesse momento você levanta da cadeira e ao invés de gravar o conteúdo que precisa, vai se arrumar no espelho. Sua concentração e foco no que realmente importa (gravar o conteúdo) já foi pelo ralo.

Vergonha da aparência

Observe que muitas vezes, os maiores críticos de nós somos nós mesmos. É tola a busca pela perfeição de nossa imagem quando na realidade ninguém é perfeito. Enquanto você não estiver bem consigo mesmo, terá vergonha de aparecer para o mundo como realmente é. Qual o motivo em ter vergonha de si mesmo quando todo mundo é meio zuado de algum jeito?! Eu sei que isso pode pegar um pouco mais para a mulherada até mesmo pela nossa herança cultural como sociedade na qual a mulher “sempre tem que estar bonita” ou algo do tipo.

A questão de lidar com a vergonha, passa obrigatoriamente pelo fato de você se aceitar como é sua aparência ou físico. 

Sabe aquele lance de celebridades de TV que parecem ter o corpo perfeito mas depois sempre sai algum flagra da pessoa na praia com as celulites de fora ou aquela pochetinha na barriga?! Então, lembre disso. Os famosos muitas vezes tidos como “perfeitos” pela sociedades são seres humanos iguais você.

Supere isso.

Vergonha do conteúdo

O que eu tenho para agregar ao mundo?!

  • Será que não estou falando besteira?
  • Será que todos vão concordar comigo?!
  • Será que estou falando naturalmente?!
  • Será que está bom essa filmagem?
  • Será que…

Relaxa…

Com certeza você vai falar besteira em algum momento da sua jornada. Alguns sabidões vão aparecer e comentar mais besteiras ainda nos seus comentários. A sua filmagem em muitos momentos (e principalmente no começo) estará uma merda. Mas e daí?! Será que existe perfeição em criação de conteúdo?!

Talvez você olhe para certos criadores de conteúdo hoje e pense que o conteúdo da pessoa é perfeito, mas isso apenas porque ela está alguns níveis acima de você. Já parou pra pensar que aquela pessoa que hoje você olha e pensa ser perfeita ela começou há uns 50 vídeos atrás e provavelmente os primeiros vídeos dela foram horríveis?! Um exercício bem legal que você pode fazer hoje mesmo é ir até o canal dos seus youtubers favoritos e pesquisar pelos primeiros vídeos, em muitos casos você perceberá que os primeiros vídeos tinham uma qualidade bem pior, seja no conteúdo ou qualidade de imagem.

E aqui, deixa eu te contar um segredinho: São poucos que realmente deixaram os primeiros vídeos ainda no ar. Isso porque, os primeiros vídeos geralmente ficam muito ruins e provavelmente a pessoa pode ter ficado com tanta vergonha daquilo (seja quando desistiu da saga ou quando melhorou de nível) que ela optou por excluir aquilo ou deixar no modo privado. Eu sei porque eu também já fiz isso =)

A questão aqui é entender que você precisa começar de algum ponto, e você só melhora naquilo que pratica. Hoje seu primeiro vídeo ficará uma bosta. Mas se continuar publicando um vídeo por semana, daqui 1 ano terá evoluído pra c@r4lho! Aceite o processo e abrace a sua jornada.

Medo do julgamento – lidando com hatters, familiares e amigos

Uma vez que tenha superado suas questões internas: de vergonha da aparência e vergonha do conteúdo, agora você precisa lidar com ameaças externas: o julgamento alheio!

A internet pode ser um ambiente muito hostil.

Principalmente quando você coloca sua cara a tapa e compartilha suas ideias com o resto do mundo. De 10 dicas para filmes em dias de chuva até tutoriais sobre como encher um copo de água, sempre pode aparecer algum frustrado com a vida e descontar toda amargura dele em você.

Hatters Everywhere (por todos os lados)

Caso você não saiba, esses são os hatters – basicamente pessoas cheias de ódio no coração e frustradas com a vida na qual aparentemente o único prazer que elas possuem é despejar palavras ruins sobre sua pessoa ou conteúdo.

O meu canal é relativamente pequeno – não cheguei nos 1.000 inscritos ainda mas já tive que lidar com gente desse tipo. Porém, uma vez vi um YouTuber falando que quando os hatters começam a aparecer é sinal que você está ficando “grande” e isso é um bom sinal. Afinal de contas, quando você tem apenas 20 inscritos no canal, é muito fácil que essas pessoas sejam seus amigos e familiares e o ambiente aqui é muito mais amistoso.

Porém, esteja preparado. A qualquer momento pode aparecer um hatter em sua jornada. O melhor modo de lidar com eles é simplesmente bloqueá-los do seu canal ao invés de interagir e alimentar o ódio deles.

Opiniões Familiares e Amigos

Nem todos do seu círculo próximo lhe apoiarão. Às vezes lá no fundo você pode estar preocupado com o que as pessoas próximas vão pensar de você se de repente você publica um determinado conteúdo que pode ser polêmico ou se essas mesmas pessoas vão achar que você está fazendo papel de palhaço na internet quando deveria estar fazendo algo mais útil para sociedade.

Não sei ao certo se você tem alguma questão aqui a ser resolvida, mas acredito que lá no fundo do nosso subconsciente essa deve ser uma questão que fica pipocando em nossa mente, quer saibamos disso ou não.

Lá no fundo devemos morrer de medo do julgamento das pessoas mais próximas e consideradas “mais importantes” para nós. Porém, é preciso trabalhar isso de alguma forma também. Seja explicando para elas o motivo pelo qual você irá produzir tais conteúdos ou simplesmente não explicando coisa alguma para os outros e focando mesmo em fazer um trabalho interno em você mesmo, no sentido de você deixar de se importar com a opinião de familiares e amigos.

Lembre-se: se nem Jesus agradou a todos, será você o iluminado a conseguir tal façanha?!

Falta de tempo

This is a big one!

Vamos supor que todas as questões acima já mencionadas você superou: medo de vergonha e julgamento alheio.

Porém, você ainda precisa ter tempo para investir na criação dos seus conteúdos.

Isso envolve planejar, gravar, editar, publicar, compartilhar.

No final das contas, tudo que você queria mesmo era um AR para PENSAR e DESCANSAR.

Você tem que trabalhar o dia inteiro. Cuidar da sua família, limpar a casa, dar comida pro cachorro. Às vezes, seu maior desafio é encontrar tempo na agenda para fazer tudo isso acontecer.

Eu te entendo.

Porém, em alguns casos (não estou dizendo que seja o seu) as pessoas usam essa desculpa para no final das contas, criar uma estorinha em suas cabeças do tipo, eu queria fazer isso mas não tenho tempo. O nome disso é autossabotagem. Parece que ficamos melhor conosco quando encontramos desculpas para justificar o motivo pelo qual deixamos de fazer coisas que realmente queríamos fazer e optamos por ficar em nossa zona de conforto.

Não me leve a mal, não estou dizendo que é o seu caso. Mas ainda que você tenha dinheiro para pagar alguém para planejar seus conteúdos, editar, publicar e compartilhar seus vídeos, você precisa participar na etapa do gravar. E aí você pode vir com a mesma desculpa: Não tenho tempo para gravar vídeos longos!

Aí a pessoa facilita pra você e diz: Comece gravando vídeos no formato Shorts. Aqueles vídeos curtos de até 1 minuto para YouTube que você filma com seu próprio celular.

Você novamente vem com desculpas: Não tenho tempo para isso. Com celular não fica bom, meu ambiente não ajuda, etc.

Atenção:

Muitas vezes não é falta de tempo, e sim autossabotagem pegando aqui.

Tempo é uma questão de prioridades e realmente encontramos tempo para as coisas que importam em nossas vidas.

SE for o caso comece com vídeos curtos e simples para começar (e destravar). Apenas depois você tenta fazer algo mais complexo.

Porém, editar pode ser um saco e falaremos disso agora.

Editar pode ser um saco

A não ser que você tenha tempo sobrando e goste dessa parte mais técnica, editar pode ser um saco para você.

Eu novamente te entendo.

Você está fazendo um baita trabalho interno, superando vergonha, medo do julgamento, crenças limitantes e ainda tem que baixar um programa pesado para cacete para editar vídeos. Você abre isso pela primeira vez e não faz ideia do que está fazendo. Tudo parece complicado e difícil. Nesse momento, apesar de ter superado tanta coisa para chegar até essa etapa, você pode simplesmente jogar tudo pro alto aqui, fechar a tampa do seu notebook e falar pro mundo: chega disso, eu desisto.

O segredo é não deixar a peteca cair aqui companheiro CRUJ.

Entenda que por estar explorando territórios desconhecidos, você pode ficar simplesmente estressado por estar fora da zona de conforto. Nosso cérebro realmente gosta de ficar no modo de economia de energia (rolando infinitamente o feed das redes sociais ao invés de aprender uma habilidade nova).

Sabendo disso, nesse momento você tem 4 opções:

  1. Subir seus vídeos sem editar;
  2. Subir com o mínimo de edição possível;
  3. Investir algum tempo para aprender a editar;
  4. Pagar para alguém fazer isso pra você (conte comigo nisso)

Além de editar vídeos para o meu canal, eu também comecei a editar para outras pessoas. Entendi que muita gente prefere pagar do que perder tempo para editar. E sinceramente, confesso pra vocês: Mesmo gostando de editar, tem dias que me sinto esgotado com isso. Às vezes é tempo que você perde para encontrar uma música que case com o conteúdo direito, às vezes você perde mais tempo analisando o material bruto do que editando o mesmo, exemplo: te mandam 40 minutos de filmagem para você transformar em um vídeo de 10 minutos com o que julgar mais importante ali. É complicado fazer esse filtro às vezes e montar algo que faça sentido quando nem o cliente sabe o que deseja com aquilo às vezes.

De qualquer modo, não se deixe travar nessa parte. Como eu disse, você tem 4 opções aqui. Comece com a que lhe parecer mais simples e fácil de colocar em prática. Depois mude sua estratégia se for o caso.

Um pouco da minha história no YouTube

Os primeiros vídeos que lembro ter subido no YouTube são nos primórdios da internet. Lá por 2007 eu acho. Eu tinha uns 15 anos. Lembro de ter feito um vídeo que era uma montagem de fotos da torcida organizada do meu time e algum funk “proibidão” como trilha sonora. Em 3 anos aquele vídeo tinha mais de 50 mil visualizações. Naquela época, eu não tinha noção do que era aquilo e como ficaria difícil ter resultados parecidos com algo tão amador nos dias de hoje. Eu exclui aquele vídeo naquela época porque à medida que amadureci um pouco, percebi que tinha produzido um conteúdo que estava fazendo apologia a brigas entre torcidas e coisas assim.

Para quem é mais das antigas, vai lembrar o nome do melhor editor de todos os tempos: Windows Movie Maker. Aquele fundo azul e texto branco sim senhor.

Lá por 2011 eu subi outra montagem de fotos e vídeos, dessa vez para um vídeo de recordação do ano que servi exército, mas usar música do Guns n Roses e AC/DC não foi uma boa ideia. Questões de direitos autorais fizeram com que o YouTube removesse todo áudio do meu vídeo e acabei excluindo aquele vídeo depois para refazê-lo.

O grande BUUM do Marketing Digital

Lá por 2013 e 2014 estávamos em um grande “BUUM” do marketing digital. Muitas pessoas topando aquele desafio maluco do Érico Rocha tentando fazer 365 vídeos em 1 ano. Ou seja, postar um vídeo por dia. Foi uma febre na época. Eu tentei entrar nessa onda mas desde o começo me comprometi a não ser um vídeo por dia porque eu sabia que não iria aguentar a pegada. Meus vídeos eram horríveis, eu filmava com meu nokia N500 ou Moto G1.

Eu não sabia ao certo o que falar. Eu não fazia o mínimo de planejamento. Tentava gravar o que vinha na minha cabeça. Estava tentando me encaixar em um padrão que não era meu. Eu não conseguia nem assistir minhas próprias gravações porque me achava tão robótico e nada natural (seja por travar com a câmera ou por tentar falar perfeitamente – algo que não é comum na minha linguagem natural) e o resultado disso vocês podem imaginar: abandonei essa ideia de gravar vídeos pro YouTube porque estava travado nos primeiros itens que apresentei no começo do artigo. Muita vergonha e medo de julgamento imperavam aqui.

Porém, meu maior problema nessa época era não ter clareza do que eu queria produzir e focar nisso. Além disso, estava tentando fazer igual a todo mundo. Me encaixar em um padrão que não era meu.

Infelizmente, nenhum desses vídeos sobrou para contar história. Seria legal vê-los hoje em dia hahaha

Hoje, em 2023 é engraçado refletir sobre essa época de 2013 com o primeiro grande BUUM do Marketing Digital. Muitos que surfaram essa onda conseguiram criar uma carreira e grande audiência como criadores de conteúdo e outros simplesmente sumiram do mapa, seja por burnout ou falta de interesse mesmo.

Sobre recomeços…

Lá por 2021 eu resolvi “dar um tiro” novamente nessa questão do YouTube. Porém, dessa vez eu criei um plano para tirar toda pressão de mim no primeiro momento ou evitar de me encaixar em um padrão que não era meu. Eu decidi comprar uma GoPro e filmar minhas pedaladas por aí. Era algo que eu já estava fazendo naturalmente. Um dos meus erros lá atrás em 2013 era tentar filmar dentro de casa. Eu me sentia tão preso. Tão tenso. Resolvi testar tudo ao contrário dessa vez, fazendo filmagens na rua, colocando a câmera no meu peito, o foco muitas vezes não está no meu rosto, apesar de que aos poucos eu ia me sentindo mais confortável para pegar a câmera e fazer minhas falas para ela.

Faça um experimento amador

Meu experimento era apenas amador para a época. Eu queria apenas destravar um pouco essa área que eu sabia que precisava ser trabalhada. Desde o começo meu foco não era ser um guru do ciclismo. Eu queria apenas filmar algumas rotas que fazia de bicicleta e compartilhar com a galera da minha região. No entanto, à medida que eu fui gravando, melhorando e recebendo alguns feedbacks positivos, aquilo me animou para dar sequência em um projeto que parecia ser curto. Resolvi abraçar o desafio de publicar 1 vídeo por semana, durante um ano e tive sucesso em 90% das semanas mais ou menos. O fato de abraçar esses desafios malucos te faz esquentar menos a cabeça com questões de perfeição na gravação, conteúdo ou julgamento alheio.

Você sente que está apenas em fluxo e não tem tempo para perder ou se preocupar com bobeiras.

Porém, preste muita atenção aqui.

É fácil se sentir sobrecarregado ou sofrer um burnout aqui se você não souber maneirar no ritmo. Em algumas semanas você precisa subir um vídeo muito simples de ser gravado e editado (ou até mesmo sem edição) justamente para não sentir que tem que “matar um leão por semana” e acabar quebrando no meio do processo.

O fato bom das minhas gravações no pedal, foi que em vários momentos tive a oportunidade e fiz questão de me mostrar literalmente na merda. Seja por estar com a cara suja, falando com os dentes e boca borrados de chocolate, ou simplesmente extremamente fadigado por alguma rota na subida ou sol. Parece simples essas questões mas “mostrar a vida como ela é” me ajudou a parar de me preocupar em mostrar uma imagem “da minha vida perfeita”, e por consequência, não dar a mínima para julgamento alheio. Se você é mulher, pode simplesmente testar algo parecido com isso filmando sem maquiagem (se achar bacana o experimento).

Lembre-se: o foco do seu experimento aqui é destravar certas questões internas em você. Não ganhar 500 inscritos na semana. Tendo seu objetivo primário em mente, fica fácil se basear por ele e não por outras métricas secundárias (e da vaidade). 

Em mais ou menos 2 anos, eu publiquei aproximadamente 90 vídeos! A maioria deles em formato longo. Dá quase 1 vídeo por semana!

Meus planos para o futuro…

Não sei até quando seguirei publicando vídeos sobre ciclismo. Muitas vezes eu penso que deveria focar em coisas “mais profundas” talvez usando como base muito dos conteúdos que já escrevi por aqui. Falar sobre hábitos, mudanças de padrões, neurociência prática no seu dia a dia, etc. Às vezes sinto que deveria começar um segundo canal apenas para isso, outras vezes sinto que deveria publicar essas coisas no mesmo canal que já tenho hoje. Realmente fico meio travado nessa parte e no final não avanço em coisa alguma nessa questões.

Porém, uma coisa é certa, se eu precisar recomeçar do zero já tenho alguma experiência e superei as questões básicas para começar nesse jogo sem ficar preso/travado nos primeiros níveis!

Conclusão sobre dicas para começar/destravar seu canal no YouTube

Esse tema a mim me interessa muito mais pelas questões mentais envolvidas do que a parte técnica propriamente dita. Pode-se ver que eu não falei nada sobre SEO ou divulgação por aqui. Meu objetivo com esse texto foi clarear principalmente alguns aspectos internos que precisará trabalhar em si mesmo se quiser entrar nesse jogo. É provável que você tenha coisas valiosas para compartilhar com o mundo, só precisa começar.

Se quiser terceirizar suas edições, entre em contato comigo. 

Se você sentir que faltou eu falar de algum tema que você julga importante, escreva nos comentários e ficarei feliz em te responder ou ignorar se você for um hatter hahaha

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Marcelo Kazequer

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